Durante seus 12 anos como chefe da Igreja Católica, o Papa Francisco foi uma voz por compaixão e paz, reformou o governo do Vaticano e tomou medidas contra o abuso de crianças clerical.
Francis viajou amplamente, fazendo 47 viagens ao exterior que deram prioridade ao que ele chamou de “periferias”, países com comunidades católicas pequenas ou marginalizadas. Ele pedia regularmente a paz em pontos de acesso como Sudão, Gaza e Ucrânia e promoveu o diálogo com outras religiões, particularmente o Islã.
O Vaticano opera nos bastidores em muitos países, com sucessos diplomáticos, incluindo a mediação da aproximação entre os Estados Unidos e Cuba em 2014.
Em 2018, o Vaticano concordou com um acordo histórico, mas também controverso, com o governo comunista em Pequim sobre a nomeação de bispos na China. Mas os pedidos de paz do papa na Ucrânia não tiveram nenhum impacto visível. Seus pedidos de fim de lutar no Oriente Médio também caíram, e ele chamou críticas de Israel em dezembro, depois de condenar greves a Gaza como “crueldade”.



