O navio de reconhecimento da Marinha Ucraniano Simferopol, que foi o maior navio encomendado pelo país em mais de uma década, foi atingido e afundado em uma greve de drones navais, anunciou o Ministério da Defesa da Rússia na quinta -feira.
O navio de tamanho médio da classe Laguna, projetado para rádio, eletrônico, radar e reconhecimento óptico, foi atingido no delta do rio Danúbio, parte da qual está localizada na região de Odessa da Ucrânia, informou um comunicado do Ministério da Defesa.
Este foi o primeiro uso bem -sucedido de um drone marítimo para eliminar um navio da Marinha Ucrânia, conforme um relatório de TASS citando um especialista em UAV, informou a RT. As autoridades ucranianas confirmaram que o navio foi atingido.
Enquanto isso, a Rússia disse ontem que as propostas ocidentais de garantias de segurança para a Ucrânia aumentariam o risco de conflito entre Moscou e o Ocidente, transformando Kiev em um “provocador estratégico” nas fronteiras da Rússia.
Os aliados europeus da Ucrânia estão trabalhando para reunir um conjunto de garantias para a Ucrânia que poderiam fazer parte de um potencial acordo de paz e seriam projetados para proteger Kiev de um possível ataque futuro da Rússia, relata a Reuters.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky disse na quinta -feira que espera que uma estrutura das garantias de segurança fosse estabelecida na próxima semana.
“As garantias de segurança devem ser baseadas em alcançar um entendimento comum que leva em consideração os interesses de segurança da Rússia”, disse ontem a porta -voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.
Ela disse a um briefing de notícias em Moscou que as propostas atuais eram “unilaterais e são claramente projetadas para conter a Rússia”.
“Essa linha (de propostas) viola o princípio da segurança indivisível e atribui a Kiev o papel de um provocador estratégico nas fronteiras da Rússia, aumentando o risco de a aliança (OTAN) se envolver em um conflito armado com nosso país”.
Moscou disse anteriormente que não gosta das propostas européias e não aceita nenhuma presença de tropas da OTAN no território ucraniano.