Figuras mundiais saudaram o anúncio na quarta-feira de um cessar-fogo e um acordo de troca de reféns e prisioneiros entre Israel e o Hamas, instando-os a cumpri-lo e a acelerar a ajuda aos civis de Gaza.
Aqui está um resumo das reações de declarações oficiais, comentários transmitidos e mensagens online.
– A: ajuda urgente –
O secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, disse que era “imperativo que este cessar-fogo remova os obstáculos políticos e de segurança significativos à entrega de ajuda em Gaza, para que possamos apoiar um grande aumento no apoio humanitário urgente para salvar vidas”.
– Trump: não há ‘refúgio’ terrorista –
O novo presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu “trabalhar em estreita colaboração com Israel e os nossos Aliados para garantir que Gaza NUNCA mais se torne um porto seguro para terroristas”.
– Biden: ‘emocionado’ –
O presidente dos EUA, Joe Biden, disse estar “emocionado” com a libertação dos reféns e “confiante” de que o acordo será válido. “Estou profundamente satisfeito que este dia finalmente chegou”, disse ele em comunicado televisionado.
– UE: ‘implementar plenamente’ –
A chefe da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que “ambas as partes devem implementar plenamente este acordo, como um trampolim para uma estabilidade duradoura na região”.
– Turquia: estabilidade duradoura –
O Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, espera que o acordo “seja benéfico para a nossa região e para toda a humanidade, particularmente para os nossos irmãos palestinianos, e que abra o caminho para uma paz e estabilidade duradouras”.
– Arábia Saudita: acabar com a ‘agressão israelense’ –
O Ministério das Relações Exteriores da Arábia Saudita enfatizou “a necessidade de aderir ao acordo e parar a agressão israelense em Gaza”, apelando à “retirada completa das forças de ocupação israelenses da Faixa (de Gaza) e de todos os outros territórios palestinos e árabes e ao retorno de deslocados para suas áreas”.
– Egito: pedido de ajuda –
O presidente do vizinho Egipto, Abdel Fattah al-Sisi, apelou à “entrada de ajuda humanitária urgente” em Gaza. Ele disse que o acordo seguiu “esforços extenuantes” do Egito, Catar e Estados Unidos.
– Jordânia: ajuda rápida –
O Ministro das Relações Exteriores da Jordânia, Ayman Safadi, apelou às potências mundiais para garantirem a entrega “suficiente e durável” de ajuda a Gaza.
– Iraque: ajuda imediata –
O Ministério das Relações Exteriores do Iraque enfatizou a “necessidade de permitir imediatamente a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza e nos territórios palestinos” e “intensificar os esforços internacionais para reconstruir” as áreas danificadas durante a ofensiva de Israel em Gaza.
– França: solução política –
O presidente da França, Emmanuel Macron, disse que o acordo deve ser “respeitado” e seguido por uma “solução política”.
– Alemanha: fim permanente –
O chanceler alemão, Olaf Scholz, disse que o acordo “abre a porta para o fim permanente da guerra e para a melhoria da situação humanitária precária em Gaza” e deve ser “implementado ao pé da letra”.
– Grã-Bretanha: ‘atrasado’ –
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, chamou-a de “a notícia há muito esperada que os povos israelense e palestino esperavam desesperadamente”. Ele pediu medidas para um “futuro permanentemente melhor… baseado em uma solução de dois Estados”.
– Itália: ‘passo para a paz’ -
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, disse que o seu país “espera que todos os reféns possam finalmente regressar às suas famílias” e viu uma “oportunidade para aumentar significativamente a assistência humanitária” aos civis de Gaza. O ministro das Relações Exteriores, Antonio Tajani, classificou-o como um “passo importante para a paz”.
– Espanha: estabilidade –
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sanchez, disse que o cessar-fogo era “crucial para alcançar a estabilidade regional” e “um passo indispensável no caminho para uma solução de dois Estados e uma paz justa que respeite o direito internacional”.
– Chefe de direitos da ONU: alívio –
O chefe de direitos humanos da ONU, Volker Turk, disse que o acordo prometia “enorme alívio depois de tanta dor e miséria insuportáveis… e é imperativo que agora seja válido”. O chefe da agência de ajuda da ONU aos refugiados palestinos, Philippe Lazzarini, pediu “acesso e suprimentos humanitários rápidos, desimpedidos e ininterruptos para responder ao tremendo sofrimento causado por esta guerra”.
– Países Baixos: paz duradoura –
O ministro das Relações Exteriores holandês, Caspar Veldkamp, disse que deveria ser “um primeiro passo para uma paz duradoura e duradoura”.
– Noruega: acordo de respeito –
O primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Store, classificou o acordo como “encorajador e há muito esperado” e instou as partes a “respeitarem todas as partes do acordo”.
– Suécia: ajuda civil –
A ministra das Relações Exteriores da Suécia, Maria Malmer Stenergard, saudou o acordo para os reféns e disse que “agora é crucial que o cessar-fogo alivie o imenso sofrimento da população civil em Gaza”.
– Irlanda: aprovação israelense –
O primeiro-ministro irlandês, Simon Harris, disse esperar que o acordo “receba agora a aprovação formal do governo israelense”.
