O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, gesticula para apoiadores durante um comício em Caracas, em 1º de dezembro de 2025. AFP
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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, gesticula para apoiadores durante um comício em Caracas, em 1º de dezembro de 2025. AFP
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, confirmou na quarta-feira que manteve um telefonema “respeitoso e cordial” com o presidente dos EUA, Donald Trump, há cerca de 10 dias, enquadrando a conversa como uma potencial abertura para a diplomacia.
“Se este apelo significa que estão a ser dados passos em direção a um diálogo respeitoso entre os nossos países, então o diálogo é bem-vindo, a diplomacia é bem-vinda”, disse Maduro durante um evento televisionado.
A Reuters informou na segunda-feira, citando quatro fontes familiarizadas com a ligação, que Maduro disse a Trump que estava disposto a deixar a Venezuela se ele e sua família recebessem anistia legal total, incluindo a remoção das sanções dos EUA e o fim de um caso emblemático perante o Tribunal Penal Internacional.
O apelo surge na sequência de meses de pressão dos EUA sobre a Venezuela, incluindo ataques contra alegados barcos de tráfico de droga, ameaças de acção militar e a designação do Cartel de los Soles como grupo terrorista estrangeiro.




