O chefe da junta de Mianmar partiu ontem para negociações com o presidente Vladimir Putin na Rússia, um aliado -chave e fornecedor de armas para o estado isolado que luta para reprimir a oposição violenta ao domínio militar.

Min Aung Hlaing, que apreendeu o poder em um golpe de 2021, deixou a capital Naypyidaw com um séquito de funcionários de alto escalão, de acordo com o Serviço de Informações da Junta, e deve se encontrar hoje.

Analistas dizem que o apoio de Moscou tornou-se vital para a administração militar, particularmente sua força aérea, pois luta contra uma variedade de grupos armados da minoria étnica e guerrilheiros pró-democracia em várias frentes.

A junta sofreu perdas territoriais significativas após uma ofensiva rebelde de 2023, mas seu poder aéreo foi fundamental para prender o avanço das forças da oposição.

“A Rússia tem sido inestimável para ajudá -los a manter sua frota aérea à tona”, disse à AFP Michaels, bolsista do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos.

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