Os Estados -Membros da Organização Marítima Intencional (IMO) votaram a favor de um sistema de preços globais para ajudar a reduzir as emissões marítimas, anunciou ontem o órgão de expedição da ONU.

A partir de 2028, todos os navios deverão usar uma mistura de combustível menos intensiva em carbono ou enfrentar multas financeiras-mas o sistema é considerado pelos estados da ilha do Pacífico como insuficientemente ambicioso. O contrato inicial ocorre após uma semana de negociações em Londres para decidir qual mecanismo adotar para alcançar a neutralidade de carbono no transporte marítimo até 2050.

Aqueles que não atendem às diretrizes terão que pagar anualmente por todas as toneladas de emissões de gases de efeito estufa que excedem as metas definidas.

A IMO disse que os fundos arrecadados serão usados ​​para “recompensar” as tecnologias de emissões de gases de estufa zero ou quase zero e para apoiar financeiramente os países em desenvolvimento para fazer a transição para o transporte de emissões mais baixas. A maioria dos membros, 63 estados, votou no sistema de preços de carbono, incluindo União Europeia, Brasil, China, Índia e Japão.

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