A Câmara votará na próxima semana um projeto de lei para tornar o horário de verão permanente, reavivando o debate depois que uma medida semelhante aprovada pelo Senado no ano passado ficou paralisada na Câmara.
A proposta atual, a Lei de Proteção ao Sol, que foi aprovada no Comitê de Energia e Comércio da Câmara por 48 votos a 1, inclui uma disposição que permitiria aos estados optar pela exclusão. O horário de verão é o horário padrão em grande parte dos Estados Unidos desde a década de 1960, adiantando os relógios uma hora na metade do ano.
Os defensores argumentam que a mudança de horário pode levar a distúrbios do sono, lesões no local de trabalho e acidentes de carro, e também argumentam que noites mais claras estimularão a atividade económica.
Donald Trump já havia defendido o fim da troca de relógio semestral, dizendo que “é hora de as pessoas pararem de se preocupar com ‘o relógio’, e muito menos com todo o trabalho e dinheiro gastos nesta ridícula produção semestral”.
No entanto, o projeto enfrenta oposição. Se o projeto for aprovado na Câmara, precisará ser reconsiderado no Senado, com o senador republicano do Arkansas, Tom Cotton, alertando sobre “amanheceres de inverno ridículos” que levariam as crianças a ir para a escola no escuro.
Tentativas anteriores de estabelecer o horário de verão durante todo o ano, inclusive durante a Segunda Guerra Mundial e em 1974, foram profundamente impopulares e foram descartadas.
O deputado Vern Buchanan, R-Flórida, que apoia o programa desde 2018, observou a popularidade das atividades noturnas prolongadas ao ar livre. O deputado Frank Pallone, DN.J., apoiou a mudança como “melhor para a segurança e impulsionará o turismo em Nova Jersey. Vamos parar de mudar os relógios duas vezes por ano”.
A próxima votação destaca a discussão nacional em curso sobre o futuro do horário de verão.





