Quase 50 soldados venezuelanos estavam entre as dezenas de pessoas mortas na operação militar dos EUA que derrubou o homem forte Nicolás Maduro este mês, disse o Ministério da Defesa em Caracas na sexta-feira.

Atualizando o número inicial de 23, o ministério disse que 47 soldados, dos quais nove eram mulheres, perderam a vida no ataque.

O número total de mortes foi de 83, segundo o ministro da Defesa, Vladimir Padrino Lopez. Entre eles incluíam-se 32 soldados cubanos, alguns dos quais tinham sido destacados para a equipa de protecção de Maduro.

O total foi revisto em baixa em relação ao número de 100 vítimas mortais divulgado em 7 de Janeiro pelo Ministério do Interior.

Mais de 112 pessoas ficaram feridas no ataque que começou com bombardeios contra alvos militares e culminou com a chegada de forças especiais dos EUA de helicóptero para capturar Maduro e sua esposa Cilia Flores de um complexo.

“O que fizeram os homens e mulheres de nossas Forças Armadas Nacionais Bolivarianas diante da agressão militar? Eles deram suas vidas, honraram a história e a pátria”, disse Padrino em uma cerimônia na sexta-feira em homenagem aos soldados mortos.

A presidente interina Delcy Rodríguez, defensora convicta de Maduro que assumiu o poder após sua deposição, decretou sete dias de luto pelos mortos no ataque de 3 de janeiro.

O ministro do Interior, Diosdado Cabello, disse esta semana que especialistas estavam usando DNA para identificar vítimas, algumas das quais foram feitas em “pequenos pedaços” no ataque dos EUA.

Uma análise completa das vítimas civis ainda não foi fornecida.

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