O Governo deveria oferecer subsídios energéticos às fábricas de alimentos da mesma forma que faz a outros fabricantes, afirmou um grupo industrial.
Karen Betts, diretora-executiva da Federação de Alimentos e Bebidas (FDF), disse que foi “míope” o Partido Trabalhista ignorar os pedidos de ajuda enquanto a guerra no Médio Oriente ameaça aumentar os preços dos alimentos.
A FDF prevê que o ritmo de aumento dos preços dos alimentos atingirá 10 por cento até ao final de 2026, após o início da guerra na região no mês passado.
As empresas que utilizam muita energia têm de pagar taxas dentro das suas contas que ajudam a financiar as políticas energéticas governamentais.
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Mas para os sectores que utilizam a “fabricação avançada” – desde os fabricantes de automóveis às empresas aeroespaciais – os subsídios dos contribuintes compensam esta situação.
Betts disse: ‘Não faz sentido, mesmo em tempos sem crise. Em tempos de crise, é míope excluir o sector alimentar.’
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