A China disse na segunda -feira que “rejeita firmemente” as alegações dos Estados Unidos de que haviam violado um acordo para diminuir as tarifas incapacitantes entre as duas maiores economias do mundo.

Pequim e Washington concordaram no mês passado em reduzir temporariamente taxas impressionantemente altas umas sobre as outras por 90 dias após as negociações entre os principais funcionários de Genebra.

Mas o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, disse que Pequim estava “lentamente rolando o acordo”, em comentários para “Fox News Sunday”.

Pequim reagiu na segunda -feira, dizendo que Washington “fez acusações falsas e acusou irracionalmente a China de violar o consenso, o que é seriamente contrário aos fatos”.

“A China rejeita firmemente essas acusações irracionais”, afirmou seu ministério de comércio em comunicado.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse na semana passada que a China “violou totalmente” o acordo, sem fornecer detalhes.

Mas o Ministério do Comércio de Pequim disse que “tem sido firme em proteger seus direitos e interesses e sincero na implementação do consenso”.

Washington “introduziu sucessivamente uma série de medidas restritivas discriminatórias contra a China”, afirmou, citando controles de exportação sobre chips de inteligência artificial e revogando os vistos de estudantes chineses nos Estados Unidos.

“Pedimos aos EUA que encontrem a China no meio do caminho, corrigissem imediatamente suas ações ilícitas e defendam em conjunto o consenso das negociações comerciais de Genebra”, afirmou o ministério.

Caso contrário, “a China continuará a tomar medidas fortes para defender seus direitos e interesses legítimos”, acrescentou.

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