
Querida Abby: Comprei recentemente um condomínio no primeiro andar porque sou uma senhora idosa com deficiência no joelho. Caso contrário, compraria uma unidade no segundo andar deste condomínio de dois andares.
Estou aqui apenas meio período, pois meu marido não está pronto para se aposentar.
O proprietário acima de mim tem dois filhos que pulam do balcão da cozinha para o chão várias vezes entre 22h e 22h, bagunçando todos os armários da minha cozinha.
Falei com o gerente da propriedade. Ele está disposto a enviar-lhes avisos de violação que eventualmente incluirão multas. Não levei para ele, pois sou residente de meio período.
Preocupo-me com retaliações, como uma janela quebrada no meu carro ou vandalismo no estacionamento. É claro que o vizinho de cima seria o principal suspeito, mas eu não teria provas.
Não posso pagar uma comunidade mais cara. Um dia, meu marido e eu batemos à sua porta para nos apresentarmos como novos vizinhos. Ele não nos deu a hora do dia. O que você faria se eu fosse você?
— Sente barulho no sul
Amado sente o barulho: Eu batia na porta da mulher, explicava o problema e pedia educadamente que instruísse os filhos a não pularem da bancada da cozinha depois das 18h, porque o barulho do estrondo me impedia de aproveitar meu apartamento. Se ele não cooperasse, eu teria outra conversa com o gerente.
Se as advertências e multas não funcionarem, entrarei em contato com os Serviços de Proteção à Criança, porque o que essas crianças estão fazendo é perigoso e seus pais não estão dispostos a supervisioná-las.
Querida Abby: Sou casada e feliz com meu marido há 35 anos. Minha sogra acabou de redigir seu testamento e está deixando todos os seus bens para ele. Se ele morrer antes disso, o dinheiro será dividido igualmente entre nossos três filhos adultos.
Ele foi solicitado a nomear um beneficiário caso todos os quatro tivessem falecido antes dele. (Eu sei que isso seria altamente improvável.) Meu MIL não tem outros parentes vivos – nem pais, irmãos, maridos, primos, etc. Ele nomeou um amigo e vizinho em vez de mim.
Essa vizinha mora ao lado dela e a leva ao supermercado, ao banco e às consultas médicas, já que minha MIL não dirige e moramos a 3 horas e meia de distância.
Achei que ele e eu sempre tivemos um bom relacionamento. Meu marido e eu mandamos flores e cartões para ela no aniversário dela e no Dia das Mães. Eu escolho presentes atenciosos para ela no Natal. Sempre o tratei com gentileza, respeito e gentileza. Eu apoio quando ele tem problemas de saúde. Ajudo ela na cozinha com a louça etc. Sempre tratei bem o filho dela.
Sou mesquinho, irracional ou imaturo por ter sentimentos negativos por não mencionar seus desejos?
– Ferido no Colorado
hit favorito: De jeito nenhum. Você é humano. Isto parece uma omissão flagrante e, dadas as circunstâncias, a sua reação é compreensível.
Como seu marido se sente em relação ao que a mãe dele fez? Talvez ela devesse conversar com ele e perguntar se ele esqueceu que tinha uma nora quando fez o testamento.
Dear Abby foi escrita por Abigail Van Buren, também conhecida como Jean Phillips, e fundada por sua mãe, Pauline Phillips. Entre em contato com Dear Abby em www.DearAbby.com ou PO Box 69440, Los Angeles, CA 90069.
