Qualquer fã que comprou ingressos para shows deve saber Mestre de ingressos. A Live Nation, dona da Ticketmaster, parece ter expandido seu controle sobre eventos ao vivo, aparentemente monopolizando a indústria musical. Mas isso mudou em maio de 2024, quando dezenas de procuradores do estado decidiram processar a Live Nation por operar um monopólio ilegal. Com o governo acusando a empresa de táticas predatórias, o Departamento de Justiça e a Live Nation chegaram a um acordo.
O processo entre o DOJ e a Live Nation começou na semana passada. Mas foi o suficiente para que os dois lados chegassem a um acordo. Com um anúncio previsto para acontecer na segunda-feira, o acordo exige que a Live Nation pague US$ 200 milhões em danos aos estados que entraram com a ação pela primeira vez.
Isso não foi tudo. Além das multas, a Live Nation também abrirá Mestre de ingressos para rivalizar com empresas como SeatGeek e Eventbrite. Agora capazes de listar seus ingressos diretamente na plataforma da Ticketmaster, um pessoa declarou“Isso revolucionará o mercado de ingressos. É uma solução tecnológica inovadora para um problema muito difícil de abertura do mercado.”
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O futuro da Live Nation e da Ticketmaster vem com limitações
Outra preocupação veio do DOJ quando foi alegado que a Live Nation controlava cerca de 78% do grande anfiteatro. Tendo o poder de definir ingressos, promoções e locais, o DOJ afirmou que as ações da empresa prejudicaram tanto os artistas quanto os fãs.
O DOJ não parou por aí. O acordo foi forçado enquanto a Live Nation continuava a minar seu domínio sobre a indústria musical Mestre de ingressos para limitar as taxas do local. Com os torcedores reclamando constantemente das taxas adicionadas a um ingresso que já custa centenas de dólares, o DOJ estabeleceu um limite de 15% do preço original.
A decisão veio meses depois Olivia Dunn criticou a Ticketmaster E depois que AXS revendeu seus ingressos para shows por mais de 14 vezes o preço original pedido. Chamando as empresas de “baixas”, a cantora conseguiu negociar um reembolso parcial para os fãs.
Ainda não se sabe se o acordo realmente muda o cenário da emissão de ingressos, mas, por enquanto, a medida do DOJ envia uma mensagem clara de que até mesmo os maiores participantes. E com o DOJ forçando novas restrições e abrindo a plataforma aos concorrentes, o acordo pode sinalizar um ponto de viragem para a indústria da música ao vivo e para a forma como os bilhetes serão vendidos no futuro.
(Foto de Jonathan Rae/NurPhoto via JT Images)
