
David A. Lieb Associated Press
Jefferson City, Maryland – A fabricante de produtos químicos agrícolas Bayer e advogados de pacientes com câncer anunciaram uma proposta de acordo de US$ 7,25 bilhões na terça-feira. Milhares de soluções O processo nos EUA alega que a empresa não avisou as pessoas que seu popular herbicida Roundup Pode causar câncer.
O acordo proposto surge quando a Suprema Corte dos EUA Prepare-se para ouvir argumentos A Bayer afirma que a aprovação do Roundup pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA sem um aviso de câncer deveria fazer com que as reivindicações apresentadas no tribunal estadual fossem rejeitadas. Esse caso não será afetado pelo acordo proposto.
Mas o acordo eliminará parte do risco de uma decisão final e incerta do Supremo Tribunal – tanto para o comprador como para os pacientes afetados.
A Bayer, com sede na Alemanha, que adquiriu a Monsanto, fabricante do Roundup, em 2018, contesta as alegações de que o principal ingrediente do herbicida, o glifosato, pode causar linfoma não-Hodgkin. Mas a empresa alertou que o aumento dos custos legais está a ameaçar a sua capacidade de continuar a vender produtos no mercado agrícola dos EUA.
“Os litígios têm atormentado a empresa sem cerimônia há anos, e este acordo abre caminho para o fechamento da empresa”, disse o CEO da Bayer, Bill Anderson, na terça-feira.
O acordo proposto foi apresentado no Tribunal do Circuito de St. Louis, no Missouri, na divisão norte-americana de Crop Sciences da Bayer e no estado onde muitas das ações judiciais foram movidas. O acordo ainda requer aprovação judicial.