música sertaneja evoluiu para um gênero global, mas sempre terá tentáculos. Muitos artistas do país saíram dessas áreas. Além disso, eles construíram sua marca em torno da capacidade de chamar um determinado estado de lar. Bandas e artistas dos três países abaixo fazem dos seus estados de origem parte do seu processo criativo. Esses músicos não conseguiriam se separar desses estados, mesmo que tentassem.

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Alabama

O nome já diz tudo, certo? Esta banda country foi muito receptiva na representação de seu estado. Pode ter sido ousado para o grupo reivindicar um local inteiro como seu – especialmente quando tantos outros artistas country vêm do Alabama – mas eles cumpriram bem esse dever.

Mas o Alabama não se limitou a representar a sua casa apenas no nome. Muitas de suas canções falam das experiências de muitos fãs country que cresceram nos estados do sul. “My Homes in Alabama” resume os sentimentos da banda sobre onde nasceram e foram criados. Poucos músicos country estão tão comprometidos com um único estado quanto o Alabama.

Megan Morney

A música de Megan Moroney se afastou um pouco de suas raízes na Geórgia. À medida que sua estrela crescia, ele se tornou um artista sem fronteiras. Mas quando estreou, ele fez questão de representar a Geórgia em seu ofício.

De “Tennessee Orange” a “Georgia Girl”, Moroney deixou claro que sempre estará conectado ao seu estado natal. Moroney pode ter fãs ao redor do mundo, mas não há como negar que ela ainda é uma garota da Geórgia de coração.

A maior parte da música country hoje tenta atrair o mercado de massa. Morôni foi o único que conquistou sua reputação por ser mais específico do que seus colegas.

Dolly Parton

Dolly Parton é Tenessi. Embora muitos artistas country venham do estado e tenham se mudado mais para cá para fazer parte do centro country de Nashville, Parton ainda é a rainha reinante do Estado Voluntário. Uma viagem à Cidade da Música lhe dirá onde reside a lealdade dos Tennesseanos.

Parton construiu sua carreira sendo autenticamente ela mesma. Embora Parton seja mais do que sua cidade natal, essas origens humildes moldaram seu ofício de maneira incrível. Não há Parton sem o Tennessee – um fato que o país conhece bem há décadas.

Ele não apenas escreveu extensivamente sobre o Tennessee, mas também retribuiu de outras maneiras. Desde Dollywood trazendo turismo para sua região até seus muitos empreendimentos em Nashville e arredores, Parton sabe a importância da comunidade.

Álbum:Minha casa na montanha do Tennessee (1973)

Ele lançou mais três álbuns em 1973: We Found It e Love and Music, ambos com Porter Wagner, e o esforço solo Bubbling Over. No ano seguinte, ela lançou Jolene, apresentando os singles “Jolene” e “I Will Always Love You”.

(Arquivos de fotos da ABC/Ann Limongello)

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