Árbitro assistente de vídeo causa polêmica toda semana no Primeira Ligamas como as decisões são tomadas e estão corretas?

Nesta temporada, daremos uma olhada nos principais incidentes para examinar e explicar o processo, tanto em termos do protocolo VAR quanto das Leis do Jogo.


Andy Davies (@andydaviesref) é ex-árbitro do Select Group, com mais de 12 temporadas na lista de elite, atuando na Premier League e no Campeonato. Com vasta experiência no nível de elite, ele atuou no espaço VAR na Premier League e oferece uma visão única dos processos, lógica e protocolos que são entregues em uma jornada da Premier League.


Árbitro: John Brooks
NOSSO: James Bell
Tempo: 16 minutos
Incidente: Reviravolta factual do VAR

O que aconteceu: O Manchester United recebeu inicialmente um pênalti por uma falta sobre Matheus Cunha pelo zagueiro do Fulham Jorge Cuenca. Porém, a decisão foi anulada pelo VAR e em vez disso foi marcada uma falta fora da área.

Foi decisão: Após revisão do VAR, o árbitro anulou sua decisão de pênalti em campo para o Manchester United e concedeu uma cobrança de falta, dizendo: “Após revisão, o número 15 do Fulham comete uma ofensa fora da área. A decisão final é uma cobrança de falta para o Manchester United.”

Revisão do VAR: A comunicação ao vivo da Brooks é fundamental para esta revisão. Brooks teria descrito que avistou um ataque de contenção que começou fora da área e continuou dentro, portanto sua decisão final foi conceder um pênalti. A percepção de muitos torcedores foi que o pênalti foi marcado pela investida de Cuenca sobre Cunha – uma disputa em que o jogador do Fulham claramente colocou o pé na bola.

O processo do VAR focou no contato com a parte superior do corpo descrito por Brooks. Mas, ao contrário da comunicação de Brooks, o VAR determinou que o contato começou e terminou fora da área e, portanto, a marcação do pênalti foi factualmente incorreta e uma capotagem foi necessária.

Uma verificação secundária do VAR sobre o desafio de Cuenca foi concluída rapidamente, depois a mensagem foi retransmitida a Brooks para anular a sua decisão original.

Veredicto: Os méritos de penalizar a infração de retenção podem ser debatidos. Este certamente estava no limite inferior e só vai chamar a atenção por causa da anulação do pênalti e do fato de o United ter marcado na cobrança de falta resultante.

Se a infração tivesse ocorrido dentro da área, teria sido revista pelo VAR por se tratar de uma falta. Mas como isso não aconteceu, foi simplesmente uma alteração factual no posicionamento da falta e não exigiu que o árbitro fosse até o monitor.

Um resultado correto.

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