Árbitro assistente de vídeo causa polêmica toda semana, seja no Primeira Liga, Liga dos Campeões ou Copa da Inglaterramas como as decisões são tomadas e estão corretas?

Nesta temporada, daremos uma olhada nos principais incidentes para examinar e explicar o processo tanto em termos do protocolo VAR quanto das Leis do Jogo.


Andy Davies (@andydaviesref) é ex-árbitro do Select Group, com mais de 12 temporadas na lista de elite, atuando na Premier League e no Campeonato. Com vasta experiência no nível de elite, ele atuou no espaço VAR na Premier League e oferece uma visão única dos processos, lógica e protocolos que são entregues em uma jornada da Premier League.


Árbitro: István Kovács
NOSSO: Cristiano Dingert

Aos 43 minutos, Barcelona e Atlético ficaram sem gols, jogando 11 a 11. Aos 44 minutos, os donos da casa caíram para 10. Aos 45 minutos, os visitantes chegaram à vantagem de 1 a 0.

O jogo mudou quando Pau Cubarsi foi expulso, com Juliano Alvarez marcando um gol maravilhoso na cobrança de falta que se seguiu. Atléti acrescentaria um segundo através Alexander Sorloth para selar uma vitória por 2 a 0 e preparar uma partida de volta barulhenta nas quartas de final da Liga dos Campeões, no Estádio Metropolitano, na terça-feira.

Tempo: 44 minutos
Incidente: Reviravolta no VAR. Cartão vermelho para Cubarsí, do Barcelona.

O que aconteceu: Atlético midfielder Juliano Simeone aparentemente passou à baliza quando Cubasrí pareceu tropeçar no adversário. O árbitro em campo concedeu a cobrança de falta conforme o esperado. No entanto, ele apenas deu cartão amarelo ao zagueiro do Barcelona.

Decisão VAR: O VAR recomendou uma revisão em campo para um possível cartão vermelho por negar uma oportunidade óbvia de gol.

Revisão do VAR: O VAR demorou a analisar esta situação e teve que considerar a justificativa do árbitro para emitir um cartão amarelo nesta situação em vez de um vermelho. O árbitro em campo sentiu que a bola estava atrás do atacante quando a viagem foi cometida, o que significa que o atacante não tinha total controle da bola e, portanto, não atingiu o limite para cartão vermelho por negar uma oportunidade óbvia de gol.

Após vários replays, o VAR considerou que a decisão original foi um erro. Suas considerações foram que, sem a viagem do zagueiro, em tempo real a bola teria continuado seu caminho até a área e o atacante do Atlético teria a oportunidade de marcar. O árbitro, após diversas análises do incidente, acabou concordando com o VAR e expulsou Cubarsí.

Veredicto: O resultado correto, na minha opinião, e uma intervenção positiva do VAR. Fiquei surpreso que inicialmente foi mostrado um cartão amarelo, pois a situação tinha todas as evidências de uma infração de cartão vermelho. No entanto, o facto de a bola estar no ar no momento em que a viagem foi cometida teria tornado a decisão mais difícil e acrescentado uma camada de dúvida ao processo de tomada de decisão do árbitro, e ele teria ficado mais confortável com um cartão amarelo dadas estas circunstâncias.

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