NOVA IORQUE – A percentagem de jogadores nascidos fora dos 50 estados na Liga Principal de Beisebol caiu para o nível mais baixo desde 2002, enquanto os 14 do Japão foram os mais elevados desde 2010.
Havia 247 jogadores de 16 nações e territórios fora dos 50 estados entre 948 jogadores no elenco ativo do dia de abertura e nas listas de lesionados e restritos, disse o gabinete do comissário na quinta-feira. Os 26,1% caíram em relação aos 27,8% do ano passado e o menor desde os 26,1% de 2002. A alta de 29,8% foi em 2017.
O total deste ano representa uma queda de 23 jogadores em relação a 2023, quando 270 estabeleceram o recorde para uma temporada com escalações ativas de 26 jogadores.
Havia jogadores de 18 nações e territórios fora dos EUA em 2024 e 25, abaixo do máximo de 21 em 2018.
Tatsuya Imai, Munetaka Murakami e Kazuma Okamoto juntou-se a estrelas como Shohei Ohtani e Yoshinobu Yamamoto para aumentar o total do Japão de 12 no ano passado. O máximo do Japão foi 16 em 2008.
A República Dominicana liderou os países fora dos EUA com 93, abaixo dos 100 no ano passado e dos 110 em 2020.
Saindo do seu primeiro título de Clássico Mundial de Beisebola Venezuela foi a próxima com 60, uma queda de três em relação ao ano passado.
Os 20 de Cuba caíram em relação ao recorde de 26 do ano passado. O Canadá teve 17, o maior número desde 2013.
Porto Rico teve 14, seguido pelo México (sete), Curaçao (quatro), Panamá (quatro), Colômbia e Coreia do Sul (três cada), e Aruba, Bahamas, Honduras, Nicarágua e Taiwan (um cada).
Atlanta e São Diego empatou em maior número entre os times com 15 cada, com o elenco do Braves incluindo jogadores de oito nações e territórios. Houstonque detinha a liderança por cinco anos consecutivos, tinha 15 e foi seguido por Arizona e Miami (13 cada), Seattle (12) e Bostono Dodgers, Mets de Nova York e São Francisco (11 cada).
Os totais incluíram 780 jogadores ativos, 162 na IL e seis na lista restrita.



