KOLKATA: Poucos esperavam que a semifinal da Copa do Mundo T20 fosse como aconteceu no Eden Gardens na quarta-feira. Mais ainda para os sul-africanos, que ficaram em estado de choque depois de serem eliminados pela Nova Zelândia, quando o jogo aumentou sua lista de tristezas no torneio ICC.
Naturalmente, o termo ‘gargantilha’, infamemente associado à África do Sul durante muitos anos, ressurgiu nas interações pós-jogo. “Não sei se foi um estrangulamento esta noite. Achei que foi uma pancada sangrenta”, disse o técnico Shukri Conrad sem rodeios. “Para sufocar, é preciso cheirar o jogo. Não tivemos cheirar. Na África do Sul, diríamos que temos um ‘atracado (ataque violento)'”, acrescentou. “Esta noite, tivemos uma boa palmada, que é uma palavra sul-africana que significa esconderijo de verdade.”
O capitão da SA, Aiden Markram, expressou o mesmo sentimento. “Sim, muito decepcionado”, disse Markram. “Não é um grande tapa na cara, mas parece”, resumiu.
Conrad admitiu que foram derrotados pelos rivais. “Muitas coisas deram errado esta noite. Mas talvez isso se aplicasse porque a Nova Zelândia foi muito, muito boa esta noite. Eles não nos deram absolutamente nada e apertaram muito bem. Seus spinners foram excepcionais nessas condições”, disse ele. “A capacidade de jogar esta noite, combinada com o postigo, tornou tudo particularmente difícil para nós”, acrescentou.
O técnico de rebatidas da África do Sul, Ashwell Prince, está desapontado depois que o time entrou na competição como favorito, após ficar invicto no torneio de Shukri.

