Nova Delhi: O técnico do Paquistão, Mike Hesson, deu um veredicto contundente e revelador após a derrota esmagadora de seu time por 61 corridas para a Índia no Mundial T20 em Colombo, admitindo que uma entrada destemida efetivamente decidiu a disputa muito antes da perseguição. Hesson disse que a abordagem agressiva e a forma rara de Kishan provaram a diferença decisiva no confronto principal, admitindo que o brilhantismo do primeiro jogo quebrou os planos do Paquistão em uma superfície desafiadora.
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“Acho que ele é destemido. Ele é capaz de marcar em ambos os lados do campo. Então, ele não está comprometido apenas com o lado da perna. Sabemos que ele é incrivelmente forte lá, mas ele pode reverter. Então, se você conseguir girar, especialmente no power play, pode ser um desafio”, disse Hesson após a partida.
Os impressionantes 77 em 40 bolas de Kishan elevaram a Índia para 175 em sete, mas o mais importante é que quebrou a espinha dorsal da estratégia pesada do Paquistão no campo do Estádio Dhir Premadasa. Ele atacou os arremessadores mais lentos com autoridade, marcando 66 em 37 bolas contra o giro e tirando os arremessadores do Paquistão de sua zona de conforto.
Hesson admitiu que a pressão criada por Kishan tirou seus pontos fortes e acabou mudando o curso da partida. Ele notou que, além das breves contribuições de Kishan e Shivam Dub, marcar foi difícil, indicando o quão excepcional foi a batida. “Foi definitivamente um destaque em toda a partida. A maneira como Kishan jogou tirou o jogo de nós”, disse Hesson.
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Na perseguição, os problemas do Paquistão aprofundaram-se à medida que desabaram para apenas 114, incapazes de recuperar do postigo inicial. A pesada derrota empurrou-os para o terceiro lugar no Grupo A, com as esperanças de qualificação dependentes de derrotar a Namíbia no último jogo do campeonato.
Hesson admitiu que a derrota atingiu emocionalmente a equipe, dada a enormidade da partida. Ele disse que o vestiário ficou profundamente decepcionado quando os jogadores perceberam o quanto a partida significava. “Sabemos que é um grande evento: Paquistão contra Índia. Vencemos cinco partidas consecutivas, estamos confiantes, mas hoje fomos derrotados”, disse ele.
Apesar do revés, Hesson pediu aos seus jogadores que mantivessem a calma e respondessem positivamente. Ele enfatizou que os grandes torneios muitas vezes testam as equipes sob pressão e que o desafio do Paquistão agora é confiar na sua tomada de decisões e voltar forte. A questão chave, disse ele, é como os jogadores reagem quando estão sob pressão, se mantêm os seus fundamentos ou se desviam deles. Segundo ele, será importante melhorar essa resposta nas próximas partidas.

