A histórica derrota por 3 a 1 para o Aldosivi, em Salta, impressionou profundamente o mundo River. A batalha de ficar de fora Copa Argentina 2026 Nas oitavas de final apresentou uma versão alarmante do time e quem não escondeu a irritação e profunda preocupação foi o treinador Eduardo Coudet
Numa conferência de imprensa intransigente O caso Ele deu nome ao desempenho de sua equipe e assumiu a culpa do momento.
“Hoje foi uma bagunça”
O técnico a Milionário Ele foi contundente desde o primeiro minuto ao analisar os 90 minutos no Padre Ernesto Martearena, separando completamente o resultado de qualquer fator externo e apontando para o péssimo desempenho coletivo.
– Devemos ser realistas. O que aconteceu hoje, da nossa parte, foi uma bagunça, não consigo encontrar outra palavra para isso.além de respeitar todos os rivais. No futebol argentino você pode perder para qualquer um, mas sinto que o time não transferiu o que deveria ter transferido em campo. Eu não gostei nada“, atirou sem filtro.
Questionado sobre as deficiências tácticas e as mudanças drásticas que fez antes do intervalo, Coudet reconheceu que a equipa nunca se firmou em nenhuma área: “Sinto que não transferimos o que precisamos transferir. A equipe não parecia bem em nenhuma linha. Estamos tentando ter mais presença, mais disputa, mas perdemos muitos duelos… A energia tem que ser diferente. Não mostramos isso em quase nenhuma faceta do jogo e em algumas fases do jogo. Foi uma partida muito ruim. Temos que reverter isso 100%.”
A condição física dos números e o mercado de transferências
O treinador destacou ainda o declínio futebolístico de vários pesos pesados do elenco, com destaque para a dupla de ataque: “Lucas Beltrán e Rafael Borré ficaram parados, mas olá. A realidade é que não podemos mostrar esta foto, não é isso que estou vendo esta semana. Não sei por que nos custa tanto o que trabalhamos para fazer nos jogos. Você tem que trabalhar e buscar soluções. Poderíamos encontrar muitas desculpas, mas depois de jogar este jogo, temos que assumir a responsabilidade”.
Com o livro do passaporte ainda aberto, o treinador reiterou a necessidade de priorizar o plantel para expressar a sua ideia futebolística, embora tenha esclarecido que a espera acabou.: “Não gostamos da imagem, do que transferimos. Temos que trabalhar… Pretendemos montar algo bom e bonito, com o qual as pessoas se sintam identificadas, mas para isso precisamos completar o mercado mas ei, precisamos melhorar muito. “Ainda não conseguimos fazer isso e ainda precisamos de tempo.”
Além disso, quando questionado sobre a situação dos jogadores de futebol rebaixados do elenco profissional, ele cortou a polêmica pela raiz: “A decisão de separar os jogadores foi uma decisão do clube, 100% da instituição“.
Por fim, o diretor técnico focou no clima tenso vivido em Salta, onde as arquibancadas explodiram em gritos aos jogadores de futebol, exigindo deles caráter diante do reinício do torneio local no Monumental.
“Dentro de uma semana estaremos disputando novamente o torneio local, na River Court… Aqui temos que saber onde estamos, e temos que ter coragem e virar essa imagem, que era muito ruim. Isto é o Rio, temos que representá-lo de uma forma diferente”, afirmou.
FMZ





