Está em Paris Saint Germain A contratação de Pedro ‘Dro’ Fernandez foi finalizada Novos detalhes de e de Barcelona Marca Revelando que o acordo foi feito através de plena diplomacia e não de negociações agressivas.
Em vez de ser um ataque improvisado, a mudança foi construída com grande respeito, dizem.
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Um dos elementos mais importantes da operação foi o forte relacionamento institucional entre Barcelona e Paris Saint-Germain.
O presidente do PSG, Nasser Al-Khelaifi, está determinado a não brigar com Joan Laporta.
É por isso que o PSG não se mexeu até que a situação estivesse completamente esclarecida. Só depois de Drou ter informado pessoalmente o Barcelona do seu desejo de sair é que o PSG ativou a sua abordagem.
Como foi o movimento?
Paris não sofreu pressão até aquele momento. O Barcelona já enfrentava a decepção de perder um meio-campista altamente cotado e o PSG estava receoso de piorar a situação.
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Quando a localização de um jogador se torna oficial, o foco muda de mantê-lo para encontrar o destino mais adequado.
Pedro Fernández ingressou no PSG. (Foto de Judith Cartiel/Getty Images)
Na época, o PSG estava perfeitamente posicionado para negociar de forma calma e direta com o Barça.
Manchester City e Borussia Dortmund demonstraram grande interesse em Drow. Porém, foi o PSG quem conseguiu alinhar todas as peças do quebra-cabeça.
Um plano desportivo claro, um diálogo respeitoso com o Barcelona e uma combinação de preferências dos jogadores acabaram por fazer pender a balança a favor do Paris.
Do ponto de vista do PSG, o acordo deve ter sido superior aos 8,5 milhões de euros declarados.
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Isso porque o técnico do PSG, Luis Enrique, e o conselheiro esportivo, Luis Campos, veem Drou como uma escolha natural para a nova identidade do clube.
O que inclina a balança a favor do PSG é a seleção de jogadores, o forte esquema desportivo do clube e a sua relação ideal com o Barcelona.


