468 bebês chamados “Haland” e até um “Mundial”: a loucura dos primeiros nomes inspirados no futebol atinge ainda mais forte do que nunca no Peru desde a Copa do Mundo

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O fenômeno dos nomes inspirados nos jogadores de futebol da Copa do Mundo de 2026 cresce no Peru. Mais de 468 recém-nascidos levam o nome de Haaland e centenas de pais dão aos seus recém-nascidos o nome de outras estrelas do futebol, transformando uma conquista desportiva numa identidade para a vida toda.

Erling Haaland pode não ter conquistado a Copa do Mundo com a Noruega, mas já deixou um legado inesperado. No Peru, país ausente desta edição de 2026 da competição, 468 crianças têm agora o primeiro nome “Haaland” e 91 estão registadas com o nome completo “Erling Haaland” de acordo com o registo de identidade nacional. Um recém-nascido chegou a ser chamado de “Mundial”, segundo a AFP.

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O fenômeno vai muito além do gigante norueguês, eliminado nas quartas de final contra a Inglaterra. Neymar continua sendo uma grande referência no Peru, onde quase 34 mil pessoas levam seu nome. Messi (3.402), Cristiano Ronaldo (1185) e Lamine Yamal (1.241) também inspiraram famílias. Na Argentina, o processo seletivo destacou Lionel, Enzo e Emiliano, nomes diretamente associados aos heróis da Albiceleste.

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Uma tradição bem enraizada na América Latina

Por trás da anedota engraçada esconde-se uma tradição bem enraizada na América Latina: dar à criança o nome de um ídolo popular, na esperança de transferir parte de seu prestígio ou sucesso. Para Haaland, uma coisa é certa: seu nome já entrou na história familiar de centenas de peruanos.

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