Os Estados Unidos considerarão “qualquer ataque armado” ao território do Catar como uma ameaça a Washington e fornecerá ao Estado Árabe do Golfo garantias de segurança, disse a Casa Branca, após uma greve israelense no país no mês passado.
“À luz das ameaças contínuas ao Estado do Catar representadas pela agressão estrangeira, é política dos Estados Unidos garantir a segurança e a integridade territorial do Estado do Catar contra ataques externos”, disse uma ordem executiva assinada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, na segunda -feira.
No caso de um ataque ao Catar, os Estados Unidos “tomarão todas as medidas legais e apropriadas – incluindo diplomática, econômica e, se necessário, militares – para defender os interesses dos Estados Unidos e do Estado do Catar e restaurar a paz e a estabilidade”, disse a ordem.
O acordo ocorre após uma greve israelense sobre o principal aliado regional dos EUA em 9 de setembro, visando funcionários do grupo palestino Hamas que estava discutindo uma proposta de paz nos EUA para a guerra em Gaza.
O primeiro -ministro israelense Benjamin Netanyahu chamou o primeiro -ministro do Catar da Casa Branca na segunda -feira, pedindo desculpas por greves e prometendo não fazê -lo novamente, disseram os Estados Unidos.
Netanyahu estava em Washington para se encontrar com Trump e, até então, havia sido desafiador desde que ordenou os ataques de 9 de setembro. Israel disse repetidamente que se reserva o direito de atacar o Hamas em qualquer lugar do mundo, atraindo fortes reações dos países árabes.
O Catar é um aliado dos EUA no Golfo e hospeda a maior base militar dos EUA na região de Al-Guiaid, que também inclui uma sede regional para elementos do Comando Central dos EUA.





