Os manifestantes aguardam o voto do parlamento da Ucrânia em um projeto de lei para substituir uma lei que restringiu os poderes das agências anti-enxerto em Kiev em 31 de julho de 2025, em meio à invasão russa da Ucrânia. Foto: AFP
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Os manifestantes aguardam o voto do parlamento da Ucrânia em um projeto de lei para substituir uma lei que restringiu os poderes das agências anti-enxerto em Kiev em 31 de julho de 2025, em meio à invasão russa da Ucrânia. Foto: AFP
O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou novas sanções na quinta -feira enquanto bateu as ações militares da Rússia na Ucrânia como “nojentas”, enquanto greves em Kiev mataram pelo menos 16 pessoas.
“Rússia – acho que é nojento o que eles estão fazendo. Acho que é nojento”, disse Trump a repórteres.
Trump também disse que enviaria seu enviado especial Steve Witkoff, atualmente em Israel, para visitar a Rússia a seguir.
O presidente russo Vladimir Putin já conheceu Witkoff várias vezes em Moscou, antes que os esforços de Trump para consertar os laços com o Kremlin parassem.
Washington deu a Moscou até o final da próxima semana para interromper as hostilidades na Ucrânia, sob ameaça de severas sanções econômicas.
Trump reiterou o prazo na quinta -feira.
“Vamos colocar sanções. Não sei se as sanções o incomodam”, disse o presidente dos EUA, referindo -se a Putin.
Trump já havia ameaçado que novas medidas pudessem significar “tarifas secundárias” visando os demais parceiros comerciais da Rússia, como China e Índia. Isso sufocaria ainda mais a Rússia, mas arriscaria uma interrupção internacional significativa.
O presidente dos EUA iniciou seu segundo mandato com suas próprias previsões rosadas de que a guerra na Ucrânia – furiosa desde que a Rússia invadiu seu vizinho em fevereiro de 2022 – em breve terminaria.
Nas últimas semanas, Trump expressou cada vez mais frustração com Putin por causa da ofensiva implacável de Moscou.