Tour de France nos Altos Pirenéus 2026: em Gavarnie, uma chegada notável, mas frustrante

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Pela primeira vez na sua história, o pelotão Grande Boucle cruzará a linha de chegada aos pés de um Patrimônio Mundial da UNESCO. Uma chegada marcante, mas com pistas mais que acessíveis.

“É um cenário fantástico para o final do Tour de France”, confidencia Gaston, este reformado de Manosque antes da linha de chegada que o pelotão cruzará esta quinta-feira em Gavarnie. De Gèdre, onde tem casa, este ex-ciclista divertiu-se subindo a subida que o Tour fará para completar a 6ª etapa pela segunda vez este ano. A única diferença é que ele subiu até o Col des Tentes. “Sei que Christian Prudhomme disse que não queria fazer uma etapa muito difícil no início do Tour, mas lá ainda está muito, muito tranquilo desde a Luz. É uma pena que os corredores não vão ao Col des Tentes. Teria certamente sido mais espectáculo”, lamenta Gaston.

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O mesmo se aplica a este casal de Nîmes que participou no exercício depois de vários dias na enfermaria. “Chegamos aos Pirenéus em Bagnères-de-Bigorre no domingo. Depois dissemos a nós mesmos que poderíamos ficar alguns dias aqui para aproveitar os passos. Nos Pirenéus os passos são mais íngremes, embora esta subida para Gavarnie seja muito ondulada. Acho que o pelotão vai engoli-lo muito rapidamente”, diz Lisa, que cruzou a linha com ela. Ambos também estarão presentes esta quinta-feira na visita de Pogacar e outros. “Também é meu aniversário no dia 9 de julho. É um lindo presente”, brinca Gardoise.

A viagem fascina até a Polônia./
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Poucas autocaravanas em ascensão

Se havia muitos ciclistas na subida a Gavarnie, como este espanhol que se divertiu a atirar a bicicleta para a linha, ou esta polaca que foi surpreendida pelo circo ao pequeno-almoço, são raros os parques de campismo de Luz-Saint-Sauveur. “Receio que não haja muitas pessoas”, preocupa-se Gaston. No ano passado, em Hautacam, havia muito mais gente na véspera da chegada. » Menor presença de autocaravanas que se explica sobretudo pela falta de bermas ao longo da encosta. Porém, alguns conhecedores conseguiram encontrar um local para descansar nos quilômetros finais e ainda transmitir o famoso clima do Tour. “Quando andamos, vemos pessoas em autocaravanas que fazem fila, tiram as planchas, incentivam-nos a subir. É muito bom”, admite Lisa.

Uma subida a Gavarnie acessível ao maior número de pessoas possível./
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E se a falta de percentagens fortes na última subida da sexta etapa deverá diminuir o espectáculo entre os favoritos, favorecerá sobretudo a subida dos ciclistas durante toda a manhã de Pierrefitte ou da Luz. Basta imaginar um banho público aos pés do Cirque de Gavarnie e novas imagens que só o Tour sabe produzir.

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