O empate mostra que 36% experimentam os efeitos com frequência, a mesma percentagem que afirma senti-los “às vezes”.
Com sorteio, pesquisa realizada nesta sexta-feira (3) revela que ansiedade atrapalha a rotina de seus leitores Notícias de Campo Grande. Os dados mostraram que 36% dos participantes disseram que o problema frequentemente interferia em suas vidas diárias, a mesma porcentagem que disse sentir os efeitos “às vezes”.
Pesquisa do Campo Grande News revela que 72% dos leitores são afetados pela ansiedade rotineira, sendo 36% com frequência e 36% às vezes. No Mato Grosso do Sul, o transtorno leva ao afastamento do trabalho, saltando de 1,6 mil para 2,5 mil casos, com aumento de 49% entre 2023 e 2024. Especialistas apontam sobrecarga de informação, carga de trabalho e problemas financeiros como os principais gatilhos
Os resultados mostram que, para a maioria dos leitores, a ansiedade está presente em algum nível da sua rotina. Juntos, os dois grupos representam 72% dos votos, indicando que o sentimento se repete, ainda que com intensidade variável.
16% dos participantes afirmaram que sua rotina nunca foi afetada pela ansiedade, enquanto 13% afirmaram que raramente lidavam com o problema. Embora sejam uma minoria, os números mostram que uma parte dos leitores consegue manter o controle emocional na maior parte do tempo.
Em 2025, o MPS (Ministério da Previdência Social) informou que Mato Grosso do Sul registrou 8.386 afastamentos por doenças classificadas na CID-10, entre elas ansiedade, episódios depressivos, depressão recorrente, transtorno bipolar, uso de álcool e drogas, estresse de adaptação e transtornos mentais pessoais.
Entre esses transtornos, a ansiedade lidera na ausência. Houve 1.600 casos em 2023 e 2.500 em 2024, representando um aumento de 49% no período. Informações mais recentes ainda não foram divulgadas.
A pesquisa reforça a ideia de que a ansiedade tem se tornado cada vez mais comum no dia a dia, afetando desde tarefas simples até a produtividade e o bem-estar. Especialistas apontam que fatores como sobrecarga de informações, carga de trabalho e preocupações financeiras estão entre os principais gatilhos.








