Nestor Apuzzonome historicamente associado ao Huracán, tornou-se centro de forte rejeição nas redes sociais e no campo esportivo. O diretor técnico causou grande polêmica ao utilizar comentários sexistas e homofóbicos para exemplificar como, na sua visão, algumas pessoas se sentem no direito de opinar sobre as táticas para a próxima Copa do Mundo.
Ramón Díaz pediu desculpas após frase sexista que causou indignação no Brasil
Uma frase que despertou rejeição generalizada
Durante uma entrevista para a mídia do partido Você que querelogiou a habilidade e o senso de pertencimento do espectador. Lembrando das altas cobranças e críticas que recebeu até mesmo em sua cena mais brilhante na “Globo”, Apuzzo tentou explicar como o número de pesquisadores de futebol está se multiplicando, mas o fez com uma diferenciação polêmica.
“Você é famoso e tem que respeitar a opinião das pessoas… Agora você verá que 50 milhões de treinadores virão no próximo mês ao WC. As mulheres são todas técnicas, os gays são técnicos, nós, normais, somos técnicos“, disparou DT, recebendo rejeição instantânea por descrever apenas homens heterossexuais como “normais”.
O contraste com a sua pegada histórica no Huracán
O infeliz comentário do treinador – cuja última etapa de formação foi dirigir o Deportivo Español em 2025 – contrasta com o respeito que conquistou no futebol argentino como o eterno “bombeiro” do Parque Patricios.
Ao longo de mais de uma década, Apuzzo ocupou um total de oito cargos temporários no Huracán. O mais lembrado foi em 2014, quando sucedeu a Frank Darío Kudelka e conduziu o time a uma época de ouro que incluiu o retorno à primeira divisão, a conquista da Copa da Argentina de 2014 e a histórica inauguração da Supercopa da Argentina de 2015 após vencer o River de Marcelo Gallardo; os dois últimos títulos oficiais nas vitrines do clube.
PA










