Segunda-feira, 13 de abril de 2026 – 02h24 WIB
Jacarta – Medidas incomuns são tomadas Nikita Mirzani depois que sua sentença de 6 anos de prisão tornou-se oficialmente juridicamente vinculativa. Ele enviou uma carta aberta a Prabowo Subianto, que imediatamente se tornou o centro das atenções do público.
Esta ação surgiu depois de o Supremo Tribunal ter rejeitado o pedido de cassação em 13 de março de 2026. Com esta decisão, a pena de prisão de 6 anos imposta em recurso não pode mais ser contestada. Role para mais informações!
O caso envolvendo Nikita está relacionado a denúncias de extorsão e lavagem de dinheiro (TPPU) contra a empresária de beleza Reza Gladys. Neste caso, ele foi acusado de pedir dinheiro secreto no valor de IDR 4 bilhões com a ameaça de abrir questões negativas em relação ao produto da vítima.
Alguns dos fundos recebidos teriam sido utilizados para pagar o empréstimo à habitação, o que reforçou o elemento de branqueamento de capitais alegado no julgamento.
Na decisão inicial, o tribunal o condenou a 4 anos de prisão. Contudo, na fase de recurso, a pena foi aumentada para 6 anos depois de o colectivo de juízes ter avaliado que os elementos do TPPU tinham sido cumpridos. A tentativa de cassação apresentada fracassou depois de ser rejeitada pelo coletivo de juízes liderado por Soesilo.
Pouco depois da decisão, através da sua conta Instagram, Nikita publicou uma carta aberta dirigida diretamente ao Presidente. Na carta, ele expressou sua preocupação com a decisão judicial que recebeu.
“Caro Senhor Presidente Prabowo Subianto, solicitamos uma revisão do sentido de justiça que ocorreu hoje”, abria a carta confirmando o pedido direto ao chefe de Estado, citada segunda-feira, 13 de abril de 2026.
O conteúdo da carta evoluiu então para uma crítica à lógica jurídica que foi considerada não reflectir um sentido de justiça.
“Somos forçados a perguntar se a lei neste país está a passar por cegueira lógica”, disse ele, descrevendo fortes críticas à decisão do tribunal.
Além disso, Nikita também destacou comparações com outros casos considerados mais prejudiciais ao país.
“Como poderia uma mãe solteira ser condenada a seis anos de prisão por um caso que não custou ao Estado uma única rúpia?” é um ponto importante em questão.
Esta crítica continua sobre a questão da desigualdade na aplicação da lei na Indonésia.
“Onde está a justiça se os votos são punidos de forma mais cruel do que o roubo de propriedade estatal”, criticou Nikita, destacando as disparidades na aplicação da lei.
Próxima página
No final, a carta termina com uma declaração bastante contundente sobre a situação jurídica atual.