Segunda-feira, 2 de março de 2026 – 08h39 WIB
Jacarta – Vice-Presidente Geral Festa Golkar, Idrus Marham fortemente criticado ataque militar combinação Estados Unidos da América (EUA) e Israel para Irã que derrotou o Líder Supremo do Irão, o Aiatolá Ali Khamenei.
Segundo Idrus, este ataque não só teve como alvo o símbolo de liderança de um país soberano, mas também estabeleceu um perigoso precedente ruim nas relações internacionais.
“Este ataque não é apenas uma operação militar. Esta é uma ação que fere os valores humanos universais e ameaça os fundamentos da paz mundial, especialmente porque foi realizada no mês sagrado dos muçulmanos, o mês do Ramadã, comete uma blasfêmia contra a humanidade de um país islâmico, viola a integridade territorial e a autoridade de outros países, e até fere os sentimentos religiosos das comunidades islâmicas em todo o mundo”, disse Idrus em sua declaração, segunda-feira, 2 de março de 2026.
Ele avaliou que o assassinato do líder de um país através de um ataque militar aberto tinha o potencial de desencadear uma escalada mais ampla do conflito na região do Médio Oriente e arrastar as potências globais para o vórtice da guerra aberta.
Além disso, Idrus explicou a opinião do Presidente Geral do Partido Golkar, Bahlil Lahadalia, de que cada país tem uma soberania que deve ser respeitada.
Ele chamou a ação militar unilateral de uma forma de negação dos princípios do direito internacional e da Carta das Nações Unidas.
“Seja qual for o pretexto, a abordagem da força armada que tira vidas e destrói infra-estruturas civis é um revés para a civilização. O mundo deve avançar para o diálogo e não para a dominação militar”, sublinhou Idrus.
Idrus também destacou o impacto humanitário causado pelos ataques perpetrados pela América e por Israel que coincidiram com o mês sagrado do Ramadã.
Com base em relatos de vários meios de comunicação internacionais, o ataque não só teve como alvo instalações militares, mas também causou danos generalizados em diversas áreas estratégicas do Irão, incluindo a área de Teerão. Foram relatadas vítimas civis e milhares de residentes foram forçados a fugir.
“Quando as bombas foram lançadas, foram os civis que mais sofreram. Crianças, mulheres, idosos que não sabiam nada sobre geopolítica tornaram-se as vítimas. Esta é uma tragédia humanitária”, disse Idrus.
Além disso, Idrus também transmitiu a posição política do Presidente Bahlil para encorajar o governo indonésio a assumir uma posição firme nos fóruns internacionais para apelar ao fim da violência e pressionar por um cessar-fogo.
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“A Indonésia, de acordo com o mandato do Preâmbulo da Constituição de 1945, tem a responsabilidade moral de participar na implementação da ordem mundial baseada na liberdade e na paz eterna. Não devemos ficar calados”, disse ele.
