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O presidente da FIFA, Infantino, apoia o México e Claudia Sheinbaum para co-sediar a Copa do Mundo, apesar da agitação devido à violência do cartel.

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Um ciclista passa por uma instalação que promove a Copa do Mundo FIFA 2026 em Guadalajara, México, quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026. (AP Photo/Marco Ugarte)

Um ciclista passa por uma instalação que promove a Copa do Mundo FIFA 2026 em Guadalajara, México, quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026. (AP Photo/Marco Ugarte)

À medida que a violência aumenta após o assassinato de um importante líder do cartel, surgem questões sobre a preparação do México para co-sediar a Copa do Mundo em pouco mais de três meses.

O presidente da FIFA, Gianni Infantino, diz que não há dúvidas.

“Temos total confiança no México, na sua presidente, Claudia Sheinbaum, e nas autoridades”, disse Infantino terça-feira na Colômbia. “Estamos convencidos de que tudo correrá da melhor forma possível.”

Infantino enfatizou que a FIFA permanece em constante comunicação com as autoridades mexicanas.

“O México é um grande país. Como em todos os países do mundo, as coisas acontecem”, disse ele. “É por isso que temos governos, polícias e autoridades que garantirão a ordem e a segurança. A Copa do Mundo será uma celebração incrível.”

A agitação eclodiu depois que o exército mexicano matou Nemesio Rubén Oseguera Cervantes, mais conhecido como “El Mencho”, o líder de longa data do poderoso Cartel da Nova Geração de Jalisco.

Nos dias que se seguiram, membros do cartel incendiaram veículos, bloquearam estradas em quase uma dúzia de estados e desencadearam confrontos que, segundo as autoridades, deixaram pelo menos 70 mortos.

Jogos adiados, mas planos para a Copa do Mundo intactos

Quatro jogos da liga mexicana foram adiados no último domingo em meio à violência. No entanto, os jogos internacionais continuaram. O México derrotou a Islândia por 4 a 0 em Querétaro na quarta-feira, onde um minuto de silêncio homenageou os soldados mortos na operação.

O México está programado para sediar 13 partidas da Copa do Mundo, incluindo o jogo de abertura na Cidade do México, em 11 de junho, entre o país co-anfitrião e a África do Sul. Guadalajara – considerada um reduto do cartel de Jalisco – será palco de quatro partidas.

Outra cidade-sede, Monterrey, realizará uma eliminatória importante envolvendo Bolívia, Suriname e Iraque.

Reações mistas das federações

A Colômbia, que jogará na Cidade do México e em Guadalajara, expressou confiança.

Outros são mais cautelosos.

A Federação Portuguesa de Futebol disse que está monitorando de perto a situação antes do amistoso planejado para março. A Jamaica, que está programada para disputar uma semifinal do playoff intercontinental em Guadalajara, expressou nervosismo com as condições de segurança.

(com entradas AP)

Notícias esportes futebol FIFA não se incomoda com a violência do cartel: Infantino apoia o México como co-anfitrião da Copa do Mundo de 2026
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