Terça-feira, 24 de fevereiro de 2026 – 01h03 WIB
Jacarta – Operador de Posto Público de Combustível (Posto de gasolina) 3413901 em Cipinang, Pulogadung, Leste de Jacarta (Jaktim), Lukman Hakim (19), suspeita que o homem ficou furioso e cometeu perseguição contra si mesmo estar sob a influência de álcool (herança).
“É verdade que as pessoas por lá dizem que terminaram (o consumo de álcool). Eles simplesmente não sabem se terminaram de beber ou não, não sabem”, disse Lukman quando encontrado no posto de gasolina Cipinang, Pulogadung, leste de Jacarta, na segunda-feira.
Segundo Lukman, a condição do autor do crime, suspeito de ser um policial, parecia instável no momento do incidente. Esta suspeita surgiu porque a atitude do agressor foi considerada emocional e antinatural desde o início da interação.
O graduado da escola profissionalizante, que trabalhava como operador de posto de gasolina há apenas seis meses, disse que o agressor demonstrou emoção excessiva antes mesmo de a situação piorar.
“Desde o início, sua atitude era visível, suas emoções não eram normais. Seu corpo parecia ficar mole, ele apenas abriu a porta deslizante do carro e ela ficou presa, seu celular caiu”, disse Lukman.
No entanto, admitiu não poder confirmar se o autor do crime estava sob a influência de álcool ou outras substâncias.
As informações que circulavam pelo local afirmavam essa alegação, mas a própria vítima não conseguiu comprová-la diretamente.
“Fiquei chocado porque o perpetrador estava emocionado e continuou a abusar de mim e dos meus amigos, então não me concentrei realmente no cheiro da boca do perpetrador”, disse ele.
Como operador, Lukman enfatizou que realiza apenas procedimentos operacionais padrão (SOP) e tem foco no atendimento. Ele não tem autoridade ou capacidade para garantir a condição do cliente.
Além disso, um homem suspeito de ser membro das autoridades também pressionou funcionários de postos de gasolina na área de Cipinang, alegando estar carregando o carro do general e ligando para o Delegado Regional de Polícia.
“Ele disse: ‘você sabe que este é o código de barras do General? Você não sabe que este é o código de barras do General?’ Ele disse isso muitas vezes”, disse Lukman, imitando as palavras da pessoa.
Segundo ele, a suspeita de que o homem fosse policial surgiu de sua própria confissão, que continuou mencionando altos cargos policiais.
Estas observações foram feitas durante um debate sobre a incompatibilidade de códigos de barras para a compra de combustível Pertalite.
Lukman admitiu que ficou chocado e assustado quando o cliente mencionou repetidamente a identidade de um policial de alto escalão.
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Não só disse “General”, o homem também disse a palavra “Kapolda” ao gritar com os oficiais. Essa afirmação fez com que o clima no local esquentasse e fez com que os policiais optassem pelo cuidado.

