MILÃO – Jake Hughes patinou até a grande área no final do terceiro período de domingo, horrorizado por ter custado a ele e a seus companheiros o maior jogo de suas vidas.

O atacante americano acidentalmente acertou um jogador canadense no rosto com o taco enquanto lutava por um disco solto no canto. Isso significava que a unidade letal de power play do Canadá teria a chance de marcar o gol verde nos minutos finais do regulamento.

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“Eu me imagino como o cara na banqueta que a América odeia porque o Canadá marca pontos no jogo de poder”, disse Hughes. “Eu estava tipo, oh meu Deus, aí vem.”

Graças a Hughes, ele será a notícia principal em todos os meios de comunicação americanos no domingo, por razões muito diferentes. O jogador de 24 anos marcou um dos gols lendários da história do hóquei americano durante a prorrogação no domingo, um foguete do círculo esquerdo do confronto direto para ganhar a primeira medalha de ouro no hóquei masculino dos EUA desde que um grupo de amadores realizou o “milagre no gelo” há 46 anos.

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