LOS ANGELES – A temporada do LAFC começou com uma vitória por 3 a 0 sobre o Inter Miami na noite de sábado. No confronto marcante do fim de semana de abertura da MLS, uma multidão de 75.673 pessoas com lotação esgotada – a segunda maior na história da liga – compareceu para assistir às estrelas no Memorial Coliseum. E embora faltassem muitos torcedores de Leo Messi, as estrelas do LAFC apareceram, com gols de Denis Boanga e Son Heung-min.
Seguiu-se uma meia hora tensa de abertura antes que o Inter Miami gradualmente assumisse o controle. Mas apesar de encontrar o seu talismã, o ataque da lança de Messi nunca foi capaz de avançar e, quanto mais empurravam, mais expostos ficavam.
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E aos 37 minutos, depois de perder a bola no seu próprio meio-campo, o LAFC fez pagar. Em alta velocidade, Son Heung-min dividiu a defesa com um passe que encontrou David Martinez, que acertou com segurança no poste mais distante.
O Miami saiu do intervalo com mais determinação, ansioso para assumir o controle do jogo. Durante 25 minutos dominaram completamente a posse de bola, trabalhando incansavelmente para desbloquear a defesa do LAFC. Mas, repetindo o julgamento do primeiro tempo, a incansável investigação do Miami apenas os deixou vulneráveis. E o LAFC capitalizou aos 73 minutos.
Do próprio meio-campo, Timothy Tillman deu uma bola atrás da defesa do Miami que encontrou Denis Boanga no contra-ataque. Com Dane St Clair em dúvida, Bwanga cabeceou habilmente por cima do goleiro rebelde e mandou a bola para a rede aberta.
Se não fosse antes, o resultado agora parecia inevitável.
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Apesar do Miami terminar com cerca de 70% de posse de bola, o LAFC nunca pareceu desconfortável, absorvendo a pressão com total facilidade e sempre parecendo capaz de causar danos no contra-ataque. Significativamente, porém, este não era o plano de jogo.
Como explicou o técnico Mark dos Santos, o LAFC nunca quis permitir tanta posse de bola ao Miami. “Não foi um truque”, disse ele, “especialmente no segundo tempo”. Mas quando o suplente Nathan Ordaz fez o 3-0 no quarto minuto dos acréscimos – noutro contra-ataque explosivo – seria compreensível que se pensasse o contrário.
Foi a cereja do bolo para o que parecia ser uma vitória declarada. Vencer os atuais campeões da MLS Cup não sugere necessariamente quaisquer implicações mais amplas na liga – especialmente neste início de temporada. Mas, como disse dos Santos, “ganhar assim e ainda ter muito espaço para melhorar”, certamente chamará a atenção de todo o campeonato.
