Sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026 – 13h43 WIB
Jacarta, VIVA – A aquisição de veículos comerciais em grandes quantidades está mais uma vez em destaque. A vice-presidente da Comissão VII DPR, Evita Nursanty, avaliou que o contrato no valor de IDR 24,66 trilhões para apoiar as operações da Cooperativa Red and White Village/Kelurahan (KDKMP) não é apenas uma questão de distribuição logística, mas também diz respeito ao rumo da política da indústria automotiva nacional.
O contrato foi assegurado pela PT Agrinas Pangan Nusantara com uma aquisição total de 105 mil veículos de dois fabricantes de Índia. Em detalhe, foram fornecidas 35 mil unidades Scorpio Pik Up Mahindra & Mahindra. Enquanto isso, outras 70 mil unidades vieram de Tata Motorscomposto por 35 mil unidades Yodha Pick-Up e 35 mil unidades Ultra T.7 Light Truck.
“Trata-se de uma aquisição em grande escala. O impacto não é apenas na logística das aldeias, mas também na estrutura da indústria automóvel nacional”, disse Evita no seu comunicado, sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026.
Colaboração da Tata Motors com PT Agrinas Pangan Nusantara
Segundo ele, com um valor de projecto que atinge dezenas de biliões de rupias, esta política tem o potencial de afectar o ecossistema industrial nacional. Como parceira de trabalho do Ministério da Indústria, a Comissão VII DPR RI apoia a posição do governo que afirma que a indústria automóvel nacional tem uma capacidade de produção de veículos pick-up até cerca de um milhão de unidades por ano.
Evita acredita que esta capacidade mostra que, em termos de volume, os produtores nacionais conseguem atender às necessidades dos veículos comerciais, principalmente do tipo duas rodas motrizes (4×2). “Estamos alinhados com o Ministério da Indústria de que as compras governamentais devem ser um instrumento de fortalecimento da indústria nacional. A nossa capacidade de produção nacional é muito adequada”, frisou.
Além da capacidade, destacou também a importância da racionalização das especificações técnicas. Segundo ele, se a aquisição for voltada para veículos com tração nas quatro rodas (4×4), é preciso que haja um estudo baseado em dados sobre as reais necessidades do setor.
“Se existe uma área com condições geográficas extremas que necessita de veículos 4×4, deve ser mapeada especificamente. Não pode ser generalizada. Deve haver um estudo de necessidades baseado em dados e condições reais no terreno”, disse.
Ele lembrou que os veículos 4×4 têm preços de aquisição e custos operacionais mais elevados do que os 4×2. Portanto, a eficiência orçamental e a sustentabilidade operacional das cooperativas das aldeias devem ser a principal consideração.
Evita também enfatizou que a obrigação de usar produtos nacionais foi regulamentada na Lei Número 3 de 2014 e no Regulamento Presidencial Número 46 de 2025. Nestes regulamentos, os ministérios e instituições são obrigados a priorizar produtos com um Nível de Componente Doméstico (TKDN) de pelo menos 25 por cento ou uma combinação de TKDN e peso de benefício da empresa de pelo menos 40 por cento.
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“Portanto, o argumento da indisponibilidade deve ser explicado de forma objetiva. Não deixe que as especificações técnicas tornem os produtos nacionais considerados indisponíveis”, afirmou.


