Um funcionário da Casa Branca reiterou na segunda-feira a oposição do presidente dos EUA, Donald Trump, à anexação da Cisjordânia por Israel.

“Uma Cisjordânia estável mantém Israel seguro e está em linha com o objectivo desta administração de alcançar a paz na região”, disse o responsável.

Ontem, cresceu a indignação internacional face aos planos israelitas de reforçar o controlo do país sobre a Cisjordânia ocupada, com o chefe das Nações Unidas a dizer que estava “seriamente preocupado”.

Anteriormente, a Arábia Saudita e sete outros países de maioria muçulmana condenaram as novas medidas israelitas, que abrem caminho a mais colonatos no território palestiniano ocupado.

Anunciados no domingo pelo ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, e pelo ministro da Defesa, Israel Katz, após serem aprovados pelo gabinete de segurança, incluem permitir que judeus israelitas comprem terras diretamente na Cisjordânia e alargar um maior controlo israelita sobre áreas onde a Autoridade Palestiniana exerce o poder.

Não ficou claro quando as novas regras entrarão em vigor, mas não requerem aprovação adicional, informa a AFP.

Entretanto, os ataques israelitas no centro de Gaza mataram três palestinianos ontem. Uma fonte do Hospital al-Aqsa disse à Al Jazeera que duas pessoas foram mortas em bombardeios israelenses na rua Salah ud-Din, no centro de Gaza.

Uma mulher palestiniana foi morta pelas forças israelitas na aldeia de al-Masdar, no centro de Gaza. O sexto grupo de repatriados, composto por 40 pessoas, chegou à Faixa de Gaza através da passagem de Rafah.

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