Num outro sinal de que a política americana está estagnada, na semana passada um grupo desonesto de Democratas da Câmara votou em Bill e Hillary Clinton, desprezando o Congresso.

Foi uma reviravolta surpreendente nestes tempos hiperpolarizados. As acusações surgem no momento em que Clinton se recusa a testemunhar a portas fechadas perante o Comitê de Supervisão da Câmara que investiga o falecido agressor sexual Jeffrey Epstein.

Em 13 de janeiro, poucas horas antes do prazo final de Bill Clinton para comparecer perante o comitê, Clinton enviou uma carta ao seu presidente, James Comer, protestando contra o tratamento dispensado e negando a intimação. O comitê votou para recomendar acusações de desacato ao plenário da Câmara na próxima semana. Nove dos 21 democratas do painel juntaram-se aos republicanos no apelo à ação contra Clinton. Três também endossaram um contra Hillary Clinton.

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