Sábado, 24 de janeiro de 2026 – 20h31 WIB

Jacarta – As mudanças nas condições de campo em Istora Senayan são novamente um verdadeiro teste para os representantes anfitriões. Este fator também impediu o progresso das duplas mistas da Indonésia. Jafar Hidayatullah/Felisha Alberta Nathaniel Pasariburumo à final do Daihatsu Mestres da Indonésia 2026.

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Competindo nas semifinais do BWF World Tour Super 500, sábado, 24 de janeiro de 2026, Jafar/Felisha teve que se render à dupla dinamarquesa Mathias Christiansen/Alexandra Boje em uma partida acirrada de três partidas com duração de uma hora e nove minutos. O placar final de 22-20, 19-21, 17-21 reflete uma partida que na verdade estava sob o controle dos representantes indonésios.

Esta derrota foi dolorosa porque as oportunidades estavam abertas, principalmente no jogo decisivo. Jafar/Felisha estavam bastante à frente antes de as mudanças nas condições de campo afetarem lentamente o seu ritmo de jogo.

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“A oportunidade realmente existia, mas não conseguimos aproveitá-la. Estávamos sob muita pressão e desconforto, principalmente depois que as condições de campo mudaram”, disse Felisha após a partida.

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No primeiro jogo, Jafar/Felisha apareceu agressivo e disciplinado. Eles conseguiram manter a compostura em pontos críticos e selar uma vitória por 22-20, apesar da pressão constante de Christiansen/Boje.

A situação mudou no segundo jogo. A dupla dinamarquesa passou a jogar de forma mais próxima e consistente, obrigando Jafar/Felisha a cometer uma série de erros não forçados. Depois de empatar o placar em 17 a 17, o ímpeto não estava totalmente do seu lado. O segundo jogo terminou com um placar estreito de 19-21.

O impulso crucial ocorreu no terceiro jogo. Jafar/Felisha abriu uma grande oportunidade depois de vencer por 11-4 no intervalo. Porém, esta vantagem não durou muito, pois a direção do vento mudou após a mudança de campo.

Felisha admitiu que esta condição afetou muito o controle do jogo.

“Depois de mudar de campo, o controle ficou difícil. Eles venceram o vento e aceleraram o ritmo, enquanto tivemos dificuldade para atacar”, disse Felisha.

Christiansen/Boje aproveitou esta situação. Aos poucos foram diminuindo a distância, dando a volta por cima e parecendo mais tranquilos nos momentos decisivos até fecharem o terceiro jogo com o placar de 21 a 17.

Jafar avaliou que no geral o seu jogo não foi inferior ao do adversário. No entanto, a pressão que continua a surgir torna a tomada de decisões menos do que ideal.

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“O jogo foi muito bom, mas a pressão fez-nos hesitar em abrir a bola”, disse.

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