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Donald Trump promete uma ordem executiva para manter o Jogo Exército-Marinha em sua data tradicional, preservando-o dos playoffs universitários e dos interesses comerciais.

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Presidente dos EUA, Donald Trump. (Foto de arquivo)

Presidente dos EUA, Donald Trump. (Foto de arquivo)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que emitirá uma ordem executiva para proteger o tradicional horário de transmissão do segundo sábado do jogo de futebol entre Exército e Marinha, alertando que o evento corre o risco de ser ofuscado por jogos de playoffs universitários e interesses comerciais.

Numa publicação no Truth Social, Trump descreveu o Jogo Exército-Marinha como “uma das nossas maiores tradições americanas”, destacando o seu simbolismo de patriotismo, coragem e honra. Ele disse que o segundo sábado de dezembro deveria ser reservado exclusivamente para o confronto anual entre a Academia Militar dos EUA e a Academia Naval dos EUA.

“Sob a minha administração, o segundo sábado de dezembro pertence ao Exército-Marinha, e APENAS Exército-Marinha!” ele escreveu, prometendo uma janela de transmissão exclusiva de quatro horas que nenhum outro jogo da pós-temporada pode invadir.

O confronto anual também decide a série de Troféus do Comandante-em-Chefe envolvendo a Força Aérea, colocando os cadetes de West Point contra os aspirantes de Annapolis em uma disputa pela supremacia da academia de serviço. A Marinha lidera a rivalidade histórica por 64–55–7 até 2025, com o jogo sendo realizado em locais icônicos que vão da Filadélfia ao MetLife Stadium.

Os presidentes dos EUA comparecem regularmente ao jogo, a CBS detém os direitos de transmissão até 2038 e o jogo fez história com a estreia do replay instantâneo em 1963. A mudança proposta por Trump ocorre em meio à expansão dos jogos dos playoffs após os campeonatos da conferência, com o objetivo de preservar o status do jogo Exército-Marinha como um final autônomo da temporada regular, conhecido por sua tradição e pompa distintas.

Trump retratou a disputa como um símbolo dos “patriotas imparáveis” da América, unidos para além do campo de jogo, onde os rivais em campo se tornam camaradas no campo de batalha em defesa da liberdade.

Ele disse que a ação executiva proposta serviria como um aviso firme às redes de televisão para salvaguardar o horário exclusivo do jogo. A CBS garantiu um acordo estendido de direitos de transmissão que também cobre feeds no Reino Unido e na Austrália. O Jogo Exército-Marinha atraiu consistentemente presidentes dos EUA, desde Dwight D. Eisenhower até os dias atuais, e apresenta academias militares que comissionam oficiais que continuarão a liderar conflitos futuros.

O tempo do segundo sábado seguiu as mudanças do campeonato da conferência de 2009. Historicamente, locais neutros alternam dos centros da Costa Leste para Chicago. A MetLife organizou confrontos recentes atraindo multidões recordes.

A expansão dos playoffs tem pressionado cada vez mais tradições de longa data, como o Jogo Exército-Marinha, à medida que os grandes interesses financeiros priorizam as semifinais em vez da pompa da academia de serviço. A ordem proposta por Trump procura colocar o património à frente das pressões comerciais.

O Troféu de Comandante-em-Chefe depende do Exército, da Marinha e da Força Aérea. Ininterrupta desde 1930, a série personifica o orgulho interserviços. Cadetes e médios treinam como futuros generais e almirantes.

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