A líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado, gesticula para apoiadores durante um protesto convocado pela oposição na véspera da posse presidencial, em Caracas, em 9 de janeiro de 2025. AFP

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A líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado, gesticula para apoiadores durante um protesto convocado pela oposição na véspera da posse presidencial, em Caracas, em 9 de janeiro de 2025. AFP

A líder da oposição venezuelana e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, Maria Corina Machado, disse na segunda-feira que não fala com o presidente dos EUA, Donald Trump, desde outubro de 2025.

“Na verdade, falei com o presidente Trump em 10 de outubro, no mesmo dia em que o Prémio (Nobre da Paz) foi anunciado, (mas) não desde então”, disse Machado no programa “Hannity” da Fox News.

Ela recebeu o prêmio por sua luta contra o que o Comitê Norueguês do Nobel chamou de ditadura.

Machado – amplamente visto como o oponente mais confiável do presidente venezuelano Nicolás Maduro, agora deposto – deixou a Venezuela no mês passado para viajar à Noruega para receber o prêmio, e não voltou desde então.

“Estou planejando voltar para casa o mais rápido possível”, disse ela à Fox News quando questionada sobre seus planos de retornar à Venezuela.

A entrevista foi a primeira de Machado desde que os EUA lançaram ataques contra a Venezuela no sábado e capturaram o seu presidente.

Ela saudou as ações dos EUA como “um grande passo para a humanidade, para a liberdade e a dignidade humana”.

A vice-presidente e ministra do petróleo da Venezuela, Delcy Rodriguez, foi empossada como presidente interina na segunda-feira, mas a decisão de Washington no fim de semana deixou muitos se perguntando sobre a futura liderança do país sul-americano.

Trump rejeitou no sábado a ideia de trabalhar com Machado, dizendo que “ela não tem o apoio ou o respeito dentro do país”.

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