Além da entrada da mais nova estação de metrô de Roma, sob o Coliseu, há vitrines repletas de centenas de artefatos antigos encontrados durante um projeto de construção que durou uma década.

Distribuída por quatro níveis a uma profundidade de 32 metros no coração de Roma, a estação “Colosseo-Fori Imperiali” na linha C da cidade, inaugurada na terça-feira, é uma façanha da engenharia moderna.

Pelo preço de um bilhete de 1,5 euros, os viajantes podem acessar o museu subterrâneo da estação, que contém 350 objetos – desde jarros e lâmpadas de cerâmica até estatuetas de bronze e uma espada de madeira.

Um pouco mais adiante, avistam-se os restos de uma casa de banhos da casa de um rico romano.

A Roma Antiga foi construída em camadas. Templos e fóruns foram construídos sobre fundações mais antigas antes de serem cobertos, criando um terreno fascinante para os arqueólogos.

Ao nível do solo, uma abertura triangular oferece ainda uma vista incomum sobre o Coliseu.

“A coisa mais importante que conseguimos fazer foi mostrar uma visão… da vida cotidiana”, disse Elisa Cella, arqueóloga do parque arqueológico do Coliseu, na apresentação.

O prefeito de Roma, Roberto Gualtieri, classificou a inauguração da estação como “um evento extraordinário e histórico”.

Ele também defendeu as obras caras e demoradas, que há anos causam transtornos generalizados para moradores e turistas da região.

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