Por um tempo, parecia que Elizabeth Holmes estava em toda parte.

Tartarugas pretas e de olhos arregalados espiando em prateleiras cheias de capas de revistas. Homenageada como “Mulher do Ano” pela Glamour. Reconhecida como uma das “100 pessoas mais influentes” da Time.

Aos 30 anos, Holmes foi aclamada como um gênio dos negócios sobrenatural – e, o que é mais impressionante, descrita como a mulher bilionária mais jovem da história – devido à sua fundação e administração da Theranos, uma start-up do Vale do Silício que prometia revolucionar os cuidados de saúde, diagnosticando muitas doenças com apenas um alfinete de sangue.

Foi tudo um grande golpe.

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