Milhares de sul-coreanos reuniram-se ontem para manifestações rivais na capital, enquanto os investigadores preparam outra tentativa de prender o presidente suspenso Yoon Suk Yeol devido ao seu decreto de lei marcial de curta duração.
Yoon resistiu à prisão num impasse entre os seus guardas e investigadores na semana passada, depois da sua fracassada tomada de poder em 3 de dezembro ter mergulhado a Coreia do Sul na sua pior crise política em décadas.
O país ficou tenso durante semanas depois que Yoon ordenou aos soldados que invadissem o parlamento, onde tentaram, sem sucesso, impedir que os legisladores votassem contra a lei marcial. Desde que sofreu impeachment, Yoon fechou as escotilhas.
Além da investigação da insurreição, Yoon também enfrenta processos de impeachment em andamento. Os legisladores já o suspenderam, mas o Tribunal Constitucional decidirá se manterá esta decisão ou se o restituirá ao cargo.
O tribunal marcou o dia 14 de janeiro para o início do julgamento de impeachment de Yoon, que prosseguiria mesmo na sua ausência.



